Hospital festeja 50 anos e muda nome

No mês em que faz 50 anos, o Hospital São João de Deus (HSJD) celebra a superação de uma grave crise financeira que quase o fez fechar as portas e anuncia um reposicionamento de marca, agora sob novo nome: Complexo de Saúde São João de Deus. O novo nome fantasia e a nova logomarca foram apresentados à imprensa, autoridades convidadas e colaboradores. Em um discurso emocionado, a superintendente geral, Elis Regina Guimarães, listou algumas das conquistas. “Conseguimos a redução do déficit de patrimônio líquido do hospital, passando de um resultado negativo de R$ 75 milhões para um resultado negativo de apenas R$ 15 milhões.”, disse. (Jornal Agora – Divinópolis)

 

Empresa vai restaurar prédio histórico

Foi homologado pelo prefeito José Roberto de Oliveira, o resultado da Tomada de Preços nº 004/2018 promovida pela Comissão Permanente de Licitação no Processo nº 358/2018 visando a contratação de empresa especializada, para reforma de telhado e cobertura do prédio sede da Prefeitura de Leopoldina, localizado à Rua Lucas Augusto nº 68. De acordo com publicação feita na edição nº 2269, de 11 de junho de 2018, saiu vencedora do certame a empresa Concreta Incorporações Ltda, de Muriaé-MG, que apresentou o valor de R$49.648,95 para executar a obra em regime de empreitada num prazo estimado de dois meses. (Leopoldinense)

 

Vereadores discutem ações contra queimadas

A Comissão Especial e Permanente de Meio Ambiente, do Bem Estar Animal e Desenvolvimento Sustentável da Câmara Municipal de Varginha, se reuniu na semana passada com representantes do 9º Batalhão de Bombeiros Militares de Varginha para discutir ações de prevenção, combate e fiscalização das queimadas no Município. Durante a reunião, realizada na sede do Legislativo, falou-se sobre a importância da participação de cada órgão nas ações que pretendem reduzir o número de focos de queimadas na cidade. (Correio do Sul – Varginha)

 

Iphan inicia dossiê da candidatura Peruaçu

O trabalho da natureza para conseguir o título de Patrimônio da Humanidade já foi feito. A riqueza natural e histórica está toda lá, para todos verem, e é inquestionável. Agora, a consagração do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu vai depender do esforço de uma equipe de especialistas para encontrar as justificativas, os meios, as vias e vencer no campo da argumentação técnica para convencer a Unesco de que a unidade de preservação que fica no Norte de Minas merece ser alçada a patrimônio mundial. Os elementos para compor o dossiê de convencimento foram coletados em uma expedição realizada nos últimos dias 7 e 8. (O Norte de Minas – Montes Claros)

 

Hemocentro está com estoques baixos

Hemocentro de Uberaba alerta para a falta de alguns tipos de sangue no estoque. Ontem, 14, foi celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue e, de acordo com o coordenador do Hemocentro, Paulo Roberto Juliano Martins, não será realizado evento específico para a data, já que as ações normalmente acontecem em novembro, no Dia Nacional do Doador de Sangue, mas será uma oportunidade de agradecimento aos doadores disponíveis. Conforme os dados repassados, neste momento o estoque do Hemocentro de Uberaba registra falta significativa de sangue, sobretudo de “O” positivo. (Jornal da Manhã – Uberaba)

 

Biblioteca antecipa Fliaraxá

Doação de livros, encontros e concertos de leitura serão realizados na Biblioteca Pública Municipal Viriato Correa. As atividades literárias antecedem o Fliaraxá começando nesta sexta-feira, dia 15 de junho, a partir das 15h. Haverá uma tarde de doação, a Biblioteca vai receber obras e doar livros para quem estiver visitando o local. Também estará aberta ao público a Exposição Literária Itinerante – “50 Anos do livro Grande Sertão: Veredas” – composta de 69 banners que contam a vida e a obra do grande escritor mineiro Guimarães Rosa. Criado em 2003, o programa realiza sessões de leitura com música ao vivo, eventos e oficinas para formar mediadores de leitura e estimular entre crianças, jovens e adultos o prazer da descoberta do texto. (Diário de Araxá)

 

Barbacena promove Circuito de Xadrez

Esperado com grande ansiedade pelo grupo de enxadristas de toda a região, o Circuito Escolar de Xadrez, promovido pela LRX – Liga Regional de Xadrez – LRX Mata-Vertentes, vai começar com a Etapa Azul neste sábado, 16, na Escola Estadual Adelaide Bias Fortes, a partir das 14h. As inscrições estão abertas. Divididos nos naipes masculino e feminino, os torneios do circuito estudantil terão divisões sub-14 (nascidos nos anos de 2004, 2005, 2006 e 2007) e sub-18 para nascidos nos anos de 2000, 2001, 2002 e 2003). Todos os atletas que disputarem os torneios receberão medalhas de participação. Os três primeiros de cada categoria também recebem medalhas, de acordo com a colocação. (Jornal Primeira Página – Barroso)

 

Policiais participam de curso de Libras

Aproximar a Polícia Militar (PM) da população, proporcionando melhor atendimento aos cidadãos e promovendo inclusão social. É com esses objetivos que cerca de 60 policiais militares estão participando de um curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras), promovido pelo Comando da 4ª Região de Policia Militar (4ª RPM), juntamente com a Associação Feminina de Assistência Social (AFAS-JF). A capacitação, que teve início em abril e deve terminar em agosto, tem duração de quatro meses, com uma aula por semana. A expectativa é capacitar os militares para atender pessoas surdas. (Tribuna de Minas – Juiz de Fora)

 

 

 

 

 

 

Do dólar up and down

 

STEFAN SALEJ

 

Há semanas que ouvimos falar que dólar, a moeda dos Estados Unidos, tem influenciado a alta de preços, não só dos combustíveis mas também dos comestíveis. Aí, o tal do dólar sobe, na verdade é o real que fica desvalorizado, e o país econômico entra em pânico. O Banco Central começa a queimar reserva, só 20 bilhões de dólares. O pior são as  explicações que dão os representantes do governo: calma, está tudo sob controle, temos reservas cambiais que cobrem a saída de dólares, e mais um monte de coisas que não saem da repetição dos eventos do passado.

 

Mas, qual é a realidade da turbulência cambial. A primeira é que a economia brasileira não é uma economia dissociada do mundo. Nós fazemos parte da economia mundial, e somos altamente dependentes dela. E não temos nenhuma influência nos movimentos que regem a economia mundial mas, só repetindo, afetados por ela e muito. A valorização do dólar e o aumentos dos juros nos Estados Unidos ou Europa, as barreiras comerciais e a política monetária dos bancos centrais de países desenvolvidos, têm influência forte na economia brasileira.

 

Em segundo lugar, a nossa matriz econômica não é baseada na produção, mas nos ganhos de especulação. Somos um país por excelência de terra fértil para a especulação, seja para os nativos, e, muito mais para o capital estrangeiro. E repetindo, ele vem, mas sai ainda mais rápido do que entra. Então cria-se uma ilusão de que estamos bem com a entrada de investimentos estrangeiros, quando ou ele vêm para especular, ou vem rastreado nos empréstimos e benefícios fiscais que só aumentam as nossas vulnerabilidades de contas públicas ou contas externas. Claro que há exceções, mas que só confirmam a regra.

 

E a questão básica passa em seguida pela nossas exportações. Sempre e cada vez mais e mais dependentes não só de matérias primas e produtos primários mas de traders externos. Exceção talvez sejam a Vale, com mineiro de ferro, e alguns exportadores de carnes vermelhas e brancas. Mas, estes já têm passivo de qualidade que nos leva a tremer quando vem alguma inspeção sanitária. No caso do café, só exportamos grãos e cafés especiais que, apesar de um esforço  formidável de alguns, ainda não representam um valor significativo.

 

As nossas importações são baixas porque economia não deslancha. E as saídas na conta de turismo é maior do que a entrada com turistas estrangeiros.

 

Em resumo, tem cada vez menos dólares para gastar e cada vez mais gente querendo dólar, nem que seja para reserva contra essas incertezas e vulnerabilidades de todo dia. O pior é a ilusão de  que tudo está bem. O câmbio não deve refletir insegurança jurídica e política, mas é uma componente de política econômica e cambial. Mas, lamentavelmente, no nosso caso reflete sim e ainda vai balançar muito mais, porque a situação é precária e com perspectivas pouco claras. Mas, o pior não é a percepção, o pior é que não teremos dólar para a farra cambial dos especuladores.

 

STEFAN SALEJ, consultor empresarial, foi presidente do Sistema Fiemg e Sebrae MG

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